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Associação Mundial de Jornais lança guia para fomentar igualdade de gênero na mídia latino-americana



O movimento feminista e as discussões em torno da igualdade de gênero, que vinham conquistado espaço nos últimos anos, foram impactados dos pela pandemia da Covid-19 e pelas crises sociais e de saúde que ela trouxe.

De acordo com o Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), a pandemia atrasou o progresso da participação feminina na força de trabalho na América Latina e no Caribe em mais de uma década. As mulheres também foram as mais afetadas economicamente pela pandemia, bem como pela violência.


Neste contexto, os meios de comunicação têm a obrigação de conseguir não só uma maior representatividade nos produtos jornalísticos, mas também nas suas próprias redações, segundo especialistas que participaram do lançamento da versão em espanhol do Guia de Equilíbrio de Gênero para a mídia.


O guia é um projeto conjunto da organização Women in the News Network (WINN) e da Associação Mundial de Editores de Jornais (WAN-IFRA). Ele já estava disponível em cinco idiomas, incluindo inglês e russo, e foi traduzido com o apoio da Accenture e do Santander.


O Guia de Equilíbrio de Gênero para a Mídia está dividido em seis temas. Cada um deles possui infográficos e um pequeno questionário que permite aos jornalistas e executivos de mídia avaliarem como é seu conhecimento sobre gênero e como a mídia o cobre.


Linguagem apropriada e diversidade nas redações

Além de explicar a importância da igualdade de gênero, o guia mostra como ela pode ser estereotipada pela mídia – às vezes de forma inconsciente – e que ações podem ser adotadas para melhorar a igualdade de gênero.

O guia estabelece a necessidade de incluir mais vozes femininas como fontes e opiniões. Ele também sugere a criação de um manual de estilo na linguagem apropriada, que deve ser compartilhado com toda a equipe da redação.



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